Hellenes Helenos ou Helenistas da Cidade Livre do Rio

Os Brujah no Mundo das Trevas no Metaplot do V5

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Este não é um título que assumo de espírito leve. Vocês sabem o que pensamos sobre a monarquia de onde venho. No entanto, isso tem que ser feito, então eu o farei por todos vocês e pela Camarilla.Eu fiz minha escolha para permanecer fiel à nossa visão, e isto me custou cada amigo que já tive e todo mundo que já chamei de parente.




Sou Hellene da linhagem Troile, e isso, a nossa Torre, é a causa pela qual vou morrer. O ideal pelo qual vou matar. Vou estabelecer leis para vocês viverem, vou aplicá-las sem piedade, e se vocês as seguirem, irão florescer. Se quebrá-las, serão punido. Simples assim. Considere-me um tirano, se quiser, mas estou aqui para o seu benefício.


- Dónal O'Connor, Brujah (Hellene)

Príncipe de Dublin






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Como fica o Clã Brujah depois de sua saída da Camarilla e no Novíssimo Principado no Rio Noturno


Os Brujah como um todo já foram um Clã de indivíduos, ainda fosse o desejo de seus muitos anciões que o Clã se unisse contra a tirania dos Ventrue. Antes do chamado d'A Demanda (The Beckoning) afastar muitos deles das cidades, alguns desses anciões conseguiram entrar em contato uns com os outros, apesar da Segunda Inquisição. O resultado dessas conversas sugeriram para os que resistissem A Demanda tentassem manter o Clã unido. Os mais bem sucedidos a manter essa união entre os Anciões da Ralé foram Katherine Weise, Corrie Tinbergen, Carlak, Guillaume, Manuela Cardoso Pinto, Salvador Garcia, mas principalmente Tyler e Crítias, de Chicago. Crítias aliás lidera sua "Academia Eterna" com uma proposta de caminho para abraçar a os fortes sentimentos do Clã e revolucionar a Camarilla por dentro.


A Academia de Crítias propõe em sua universidade, como os Brujah de antigamente, voltarem a seguir o Ideal Olímpico, também conhecido como Entelechy, que era anterior a Cartago. O ideal olímpico continha a perfeição do corpo e da mente e, como resultado, a maioria dos antigos Brujah fortaleceu e treinou seus corpos sem cessarem e foram bem educados em temas metafísicos e científicos. O mítico e antigo filósofo dos Brujah, Heráclito, designou o fogo como o ideal que mantinha o mundo em movimento e possibilitava a perfeição mesmo dentro da estase que preenche o grande universo. À medida que as estações mudam e a vida seguia para a morte, a perfeição era alcançada. Heráclito também postulou que a raiva e a paixão dos Brujah eram o resultado desse incêndio e que era dever do Clã permitir a mudança e, portanto, a perfeição. Embora seus trabalhos tenham sido quase sempre esquecidos pela multidão moderna, Crítias conseguiu reunir e revisar esses ideais para dentro da Camarilla, se comunicando por cartas com diversos outros simpatizantes e ressuscitando o ideal olímpico recodificado. A "Academia Eterna" e seus seguidores passam a se chamar de Hellenes (Helenistas como o Príncipe Guido traduziu em sua Corte ou ainda Helenos, como alguns Brujah Brasileiros começam a se chamar).


Mas, então, Theo Bell e alguns rebeldes destruíram Hardestadt e sua cria Pieterzoon na Convenção de Praga, e assim o Clã dos Rebeldes partiu em massa para o Movimento Anarquista...

Por conta disso, Crítias reorganizou o currículo de sua universidade e, para provar a fidelidade de seus discípulos e simpatizantes de seu clã à Camarilla, ele implementa toda um programa de educação das Tradição, levando calouros recém-abraçados - especialmente os Párias Caitiff e Vespertinos (Duskborn) - e treinando-os arduamente na maneira correta de se comportar como Membro. A Falha no curso não é uma opção. Esses simpatizantes pelo mundo resolveram, por sugestão do próprio Crítias, adotar o termo Hellene como um adjetivo para diferenciar os Brujah que ainda se mantêm leais a Torre e os que "desertaram" para a Seita dos Anarquistas.

Na Cidade Livre do Rio de Janeiro Noturno, na corte seguinte ao Conclave de Praga, o Príncipe Guido do Clã Ventrue interpretou o pedido pessoal de Crítias para que ele proteja os Hellene que desejam se manter leais a Camarilla como uma ordem e proclama um Édito em que, a partir daquela noite, nenhum Brujah seria aceito (e portanto não manteria seu Status: Reconhecido) se não passasse a se auto-designar Helenista em lugar do nome do seu Clã.


Tudo isso caiu no colo da Anciã Ártemis, a discípula de Nascimento, o recém-falecido Ancião Brujah da Linhagem Osêbo de seu Clã, Conselheiro Primogênito da Ralé da Cidade Livre. Após jurar fidelidade a Torre como Helenista, Ártemis dá a prova cabal de sua devoção e aliança a Seita e o Principado, destruindo o Abandonado irmão de Clã Dennys "Pé-de-Cabra"-, que havia se declarado mais uma vez Anarquista aos berros na última Elísia.



Ela por fim reúne os Brujah no final do Interlúdio entre a Parte I e Parte II do Entreato VI para tentar convencer o Clã Carioca que, mesmo em período de Guerra das Seitas, o Clã dos Rebeldes só irá sobreviver aos Caçadores Caçados e às Criaturas que assombram as matas de florestas da cidade se se manterem unidos e fiéis como Helenistas. Ártemis segue os ideias de Nascimento, compatíveis com os da Academia Eterna de Crítias, mas muito mais adaptados com as necessidades da Linhagem de Troile da Cidade Livre. O que será que irá acontecer após esse apelo? Apenas o tempo dirá…




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