House Rules: Removendo o Principado de Dana

Mini LARP de epílogo do Ato III: Reunião formal do Conselho da Rosa Sombria

Para consultar a regra de Status: https://www.riov5larp.com/artigos/status-regras-e-esclarecimentos


Apenas por estarem em uma situação extrema é que essas medidas podem deixar de serem hipóteses e postas em prática. Essa hipótese são um resultado de combinações prévias da própria Príncipe Dana, Anciã Soberana do Domínio e a Práxis do Rio de Janeiro com seu Conselho do Novo Principado, respeitando os meios antigos pré-estabelecidos da cidade, visto que a Corte do Rio é compostas por várias forças diferentes que não concordariam, em princípio, com uma nova intervenção ou o jeito corriqueiro da Camarilla mundial de se resolver a questão.


Dentro dessas hipóteses, a qualquer momento um Ancião pode pedir um duelo Symbel ou o Senescal pode decretar uma provação Symbel. (ver Symbel abaixo ou no MET) A outra forma de ser resolver a questão é pedindo um Conclave Regional (ver abaixo ou no MET), ou muito provavelmente um Grão Conclave.


Hipótese A) Incapazes: “Príncipe Dana encontrou sua Morte-Final!”

  1. Os Conselheiros deve concordar majoritariamente que Dana foi destruída apesar do Conselho de Guerra não ter sido capaz de estabelecer todas as circunstâncias e fatos. Para isso cada um deve estar em posse do Status Privilegiado para não terem sua palavra questionada a não ser pelo Senescal, Marechal ou outra autoridade presente em posse (temporária ou definitiva) dos Status: Autoridade, Comandante e Soberano. Caso exista alguma prova que a Príncipe possa ainda estar morta-viva um Conclave pode ser convocado para contestar essa decisão e com consequências muito graves para os que atestaram sua morte.

  2. Em decretada que Dana foi destruída apesar da incapacidade do Conselho de estabelecer as circunstâncias, o Senescal Cristiano passa automaticamente a ser o Príncipe do Rio, recebendo a Práxis e os Status Autoridade, Comandante e Soberano. Neste momento ele pode revogar ou não o Estado de Guerra. Caso ele o revogue, ele passa a ser o Cônsul do Conselho, removendo o título de Marechal do Conselheiro Menezes.

  3. Cristiano abdicaria imediatamente do cargo por se declarar incapaz de mantê-lo. Ele pode abdicar e nome de um outro Ancião ou abrir para que o Conselho decida que Ancião será seu sucessor. Caso ele opte por abrir a escolha para o Conselho e não tenha revogado o estado de guerra o Marechal pode gastar seu Status de Comandante poderá qualquer dar comando de guerra sem nenhuma intervenção, a não ser que outro Ancião com Autoridade esteja presente.

  4. Caso Cristiano abdique em favor de um Ancião ele será o Príncipe, a não ser que quatro Conselheiros gastam seu Status Nobre se recusando a aceitar o sucessor. Os três primeiros gastos tiram cada um dos 3 Status do Príncipe e o quarto remove sua Práxis. Outros Conselheiros podem gastar seu Status Nobre para anular o gasto de outro Conselheiro. No final é necessário que um saldo de 4 Nobres contra o sucessor sejam gastos. Este é um ato extremo e pode render status negativos para os que se oporem ao Sucessor.

  5. Se o Sucessor for aceito, ele passa a ter o Status Autoridade, Comandante e Soberano e tem a Práxis, podendo inclusive revogar o estado de guerra ou não, caso não tenha sido feito antes.

  6. Se o Sucessor não for aceito a cidade fica sem Príncipe (e no caso sem Senescal e se o Estado de Guerra for desfeito, sem Marechal), e um Ex-Príncipe (O Conselheiro Mestre Afonso ou Soares, se estivesse vivo e ainda fosse um Ancião Estabelecido) pode simplesmente tomar a Práxis para si. Caso isso não aconteça somente o decreto de u Justicar de um Príncipe Pro Tempore e/ou um Conclave podem decidir quem é o próximo príncipe. Se o Estado de Guerra ainda valer o Marechal continua possuindo o Status Comandante apenas nas reuniões do Conselho, e portanto um Conclave deve ser solicitado imediatamente. Caso ainda não se esteja em Estado de Guerra os Conselheiros que ainda possuírem Nobre e Privilegiado podem majoritariamente decretar um estado de emergência e um Príncipe Pro Tempore pode ser indicado por eles, conquanto que um Conclave Regional para torná-lo permanente ou apontar um outro Príncipe deve ser imediatamente convocado.

Hipótese B) Golpe: “Dana foi indigna de manter seu Domínio!”

  1. 4 Conselheiros gastam Nobre para tirar os Status e a Práxis de Dana. Os três primeiros gastos tiram cada um dos 3 Status da Príncipe e o quarto remove sua Práxis. Outros Conselheiros podem gastar seu Status Nobre para anular o gasto de outro Conselheiro. No final é necessário que um saldo de 4 Nobres contra o sucessor sejam gastos. Este é um ato extremo e pode render status negativos para os Conselheiros que se rebelaram contra a Príncipe, tendo que convencer os respectivos Clãs (e alguns anciões dos outros Clãs) a se manterem como Conselheiros (Favores etc.)

  2. Um ex Príncipe pode assumir ou um Ancião pode tomar o poder após a rebelião, o Conselho pode votar expressivamente em uma opção (sem os 4 Conselheiros que gastaram o Status Nobre a não ser que gastem seu Status Privilegiado para participar pelo menos dessa decisão e tentar melhor sua situação). Se não houver um concessão ou uma votação expressiva será necessário convocar um Conclave para se estabelecer um sucessor e a cidade fica oficialmente sem Príncipe, Senescal, Marechal ou Consul até então.

Hipótese C) Isenção “A intervenção criou o problema, a intervenção que o resolva”


Dana interviu no Rio como Arconte e se tornou Príncipe conquistando sua Práxis por decisão de um Conclave em St. Louis, portanto seu sumiço deve se resolvido por outro Conclave. Os Conselheiros passam a batata quente para aqueles antes causou a mudança da cidade para que eles resolvam de novo. A cidade fica com seu Senescal e Marechal (ou Cônsul se for determinado o fim o estado de guerra) até que um Conclave Regional para que se decida o que fazer com o Principado.


Mudanças de cargos e Status:


Nenhuma dessas mudanças deve ser feita facilmente e é necessário de fato para que elas sejam sugeridas ingame um tempo atípico como estes para que isso seja resolvido em uma reunião formal do Conselho

  • Apontar Conselheiros:Um ou mais Conselheiros podem sugerir que um Ancião seja um novo Conselheiro dando-lhe Status Temporários positivos como prova de seu reconhecimento, citando os motivos para isso, mas cabe somente ao Príncipe a decisão de aceitar um novo Conselheiro. Um bom Príncipe costuma ouvir os conselhos de seus Conselheiros....

  • Aumento de Status: Um ou mais Conselheiros podem sugerir que um Neófito de seu clã seja reconhecido como Ancilla de seu clã ou um Ancilla seja reconhecido como Ancião dando Status Temporários positivos como prova de seu reconhecimento, além de citar todos os motivos para tal aumento (idade, feitos, lealdade e necessidade). Um Conselheiro de um Clã pode também fazer essa sugestão para Membros de outros clãs, mas precisa dar mais de um Status Positivo temporário para isso ou conseguir que outros Conselheiro, Ancião ou Harpia de esse segundo status Positivo temporário.

Obs:

  1. Apesar de não terem voto, um Membro Independente com Status Lembrado pode pedir para se pronunciar numa reunião, porém somente com o consentimento do Príncipe (Ou Senescal ou Cônsul ou Marechal exercendo o papel do Príncipe no Conselho,) isso pode ser aprovado.

  2. Relembrando: A qualquer momento um Ancião pode pedir um duelo Symbel ou o Senescal pode decretar uma provação Symbel para dar imunidade a um sucessor de qualquer golpe ou rebelião

Symbel

uma competição geralmente não violenta, colocando a reputação de vampiros contra sua capacidade de vencer um duelo, ter sucesso em uma tarefa ou superar um desafio.


A Besta de um vampiro sempre procura exercer domínio sobre os outros. Ele irá encorajar e atrair um vampiro para demonstrar sua superioridade através de qualquer tipo de confronto, seja físico ou político. O Symbel, ou disputa política, começou nos tempos antigos como um método de estabelecer a dominância social e deSabbat far essa agressão sem arriscar a violência e a Morte Final.